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A importância da sua empresa ter um Site

jun 11, 2012   //   por admin   //   Blog, Desenvolvimento Web  //  No Comments

Um site na internet não é mais um luxo para poucos, e sim uma regra geral para empresas que querem sobreviver em um mercado cada vez mais agressivo e um mundo globalizado.

O Brasil é o país que apresenta maior crescimento, atualmente, no que toca à usuários de Internet. Relativamente, este crescimento é maior até mesmo que o dos Estados Unidos. Com o aumento da interatividade, segurança e velocidade, aliado à redução dos preços cobrados pelo acesso à rede, a Internet deixou de ser um mero instrumento de pesquisa para tornar-se uma ferramenta de marketing e vendas muito poderosa.

Ter uma página na internet se tornou indispensável para empresas de todos os tamanhos: grande, médio ou pequeno porte. Esta ferramenta possibilita comunicação junto ao seu cliente sobre os seus produtos e serviços, apresentando seus diferenciais. Mas não basta ter um site “bonitinho” e esperar que chova clientes! Pelo contrário, ter um site na internet é apenas o primeiro passo para a empresa que está “engatinhando” no mundo virtual, é o começo de muito trabalho para que essa ferramenta seja utilizada de forma inteligente, que possa corresponder positivamente ao tempo e dinheiro investidos.

Não é mais possível pedir ao “sobrinho de seu amigo que entende de computador” para fazer um site para sua empresa. Um site é a imagem de sua empresa na internet e, assim como você não compareceria à uma reunião de bermuda e camiseta, seu site deve ser o mais bem elaborado possível.

Cerca de 95% das empresas que atualmente estão na internet não obtêm o sucesso esperado. Por quê? Simples: quem o produziu não pensou no público alvo do site, pensou apenas no “design” da página.

Pessoas ligadas a área de comunicação afirmam, hoje, que as empresas que não aderirem logo a esta nova mídia tendem a perder mercado e, no futuro, podem vir a ter seus negócios seriamente prejudicados.

Antes de começar a desenvolver um projeto web, é necessário saber o que seus clientes querem quando entram em seu site, é necessário satisfazê-los, cativá-los para que se sintam seguros em relação a sua empresa, e percebam os valores que a destacam no mercado!

Compras virtuais superam as de lojas físicas

jun 6, 2012   //   por 12webmarketing   //   Blog, Loja Virtual  //  No Comments

O e-commerce chegou aos poucos na vida das empresas e empreendedores digitais. Conquistou especialistas no setor, vendedores, clientes e consumidores. Hoje, é difícil você ouvir alguém dizer que prefere fazer compras convencionais a ter os descontos e facilidades que o comércio eletrônico pode proporcionar.

Segundo o estudo “Consumidores e Convergência 5: O estilo de vida convergente”, realizado pela consultoria KPMG, 76% dos americanos compram mais pela internet produtos, como livros, CDs, DVDs  e games do que em lojas físicas. Os preços variam muito de um campo para o outro, o que se torna mais vantajoso a compra virtual.

A pesquisa ainda revela que os consumidores da Ásia-Pacífico também deixaram de lado as compras convencionais, pois 67% deles buscam pelas mesmas mercadorias de entretenimento na internet, assim como os europeus (61%).

De acordo com a KPMG, o uso de smartphones colaborou para esta superação às lojas físicas. Quase 40% dos entrevistados afirmam usar o aparelho para ter acesso a cupons de desconto ou escanear os famosos códigos QR (códigos em 2D – QR Code).

Outro fator que influenciou esta mudança é a escolha da plataforma de pagamento. Os Integradores de pagamentos (PagSeguro, MOIP, Pagamento Digital, PayPal) trabalha para que as compras de seus usuários sejam sempre realizadas com segurança, rapidez e comprometimento comercial. Isto gera mais confiança nos e-consumidores, que passam a comprar cada vez pela web.

Vendas online terão alta de 25% em 2012

abr 17, 2012   //   por admin   //   Blog, Loja Virtual  //  No Comments

As vendas por meio da internet no País devem crescer, em termos nominais, 25% este ano em relação a 2011, segundo projeção divulgada hoje pela e-bit, empresa especializada em informações de comércio eletrônico.

A expectativa da e-bit é de que o faturamento do comércio eletrônico some R$ 23,4 bilhões este ano. Apenas para o primeiro semestre, o setor deve faturar R$ 10,4 bilhões.

Em 2011, segundo o e-bit, as vendas online cresceram 26%, para um total de R$ 18,7 bilhões. O tíquete médio das compras foi de R$ 350,00.

O e-bit calcula ainda que 30 milhões de pessoas compraram ao menos uma vez pela internet no ano passado, dos quais aproximadamente 9 milhões foram novos consumidores.

LinkedIn chega a 7 milhões de usuários no Brasil

fev 10, 2012   //   por 12webmarketing   //   Web Marketing  //  No Comments

A rede social profissional LinkedIn divulgou hoje que o número de seus usuários no Brasil chegou a 7 milhões, 1 milhão a mais desde a abertura do escritório da empresa em São Paulo, em novembro do ano passado.

De acordo com o comunicado da empresa, a capital paulista lidera a lista das cidades brasileiras com maior presença no LinkedIn, com 1,5 milhão de usuários. Em segundo lugar, ficou o Rio de Janeiro, com mais de 492 mil inscritos. No mundo, o site possui 150 milhões de pessoas cadastradas.

No último trimestre do ano passado, a receita da rede social foi de US$ 167,7 milhões, um aumento de 105% em comparação com o mesmo período de 2010, e o lucro foi de US$ 6,9 milhões.

Abaixo, uma lista dos usuários do LinkedIn por capitais:

  • São Paulo: 1,5 milhão
  • Rio de Janeiro: 492 mil
  • Belo Horizonte: 215 mil
  • Porto Alegre: 170 mil
  • Curitiba: 155 mil
  • Brasília: 114 mil
  • Manaus: 35 mil

Capitalizar com as redes sociais

nov 21, 2011   //   por 12webmarketing   //   Web Marketing  //  1 Comment

Pode ser novidade ainda para algumas empresas, mas as redes sociais já modificaram completamente o modelo de negócios em instituições. Mesmos as que não adotaram essa nova mídia acabam por sofrer influências, pois clientes e consumidores a utilizam e aproveitam o poder de vociferar ao mundo suas opiniões. O desafio é saber como poder transformar isso em algo positivo às companhias.

Para discutir o impacto dessas páginas de relacionamento no cotidiano das organizações, a Alcatel-Lucent promoveu no final de outubro em São Paulo o Debate sobre Mídias Sociais, reunindo especialistas na área. O comando do evento ficou por conta de Graça Sermoud, diretora editorial das revistas Decision e Risk Report.

Mas se engana quem pensa nessa tendência como algo ainda incipiente. Já em julho de 2009, a norte-americana United Airlines sentiu a força do feedback do consumidor pela internet. David Caroll, cantor da banda canadense Sons of Maxwell, postou um vídeo no YouTube satirizando a companhia aérea por ter quebrado o violão dele, gerando 3 milhões de visualizações em menos de um mês.

Dois anos e meio depois, a produção “United Breaks Guitars” já acumulou 11,5 milhões de acessos no portal de vídeos, ainda gerando cliques diariamente. Logo nos primeiros dias, a United acumulou perdas de US$ 180 milhões com a queda de ações após a divulgação da sátira em sites de relacionamento.

Online x offline

“As empresas precisam marcar presença nas redes sociais, mas todas já estão de uma forma ou de outra, pois alguém sempre vai falar delas”, afirmou Luciano Milici, gerente de Marketing Corporativo do site de e-commerce BuscaPé. Segundo Kendi Sakamoto, consultor da DASA, as limitações dessas mídias não impedem, de forma alguma, os usuários de se expressarem. “Cento e quarenta caracteres podem derrubar ou elevar uma empresa”, diz ele, referindo-se ao microblog Twitter.

Um caso recente, dessa vez positivo, aconteceu no Brasil. Um cliente pediu ao Bradesco por um novo cartão de crédito, mas fez esse pedido no Facebook por meio de um poema. A resposta do banco também veio em forma de versos, gerando um case de sucesso e referência no País. “Estão aparecendo oportunidades fantásticas e isso está ficando cada vez mais legal e interessante. O desafio é se antecipar”, diz Juliana Rios, superintendente de Marketing do Santander.

“O que acontece nas mídias sociais não é diferente no mundo offline. O não-aceito na vida real também não é bem recebido online”, diz Carolina Piber, gerente de Marketing da Dell. Pedro Kranz Costa, gerente de Relacionamentos Sociais do site de compras coletivas Peixe Urbano, discorda. “Tudo é exagerado na internet, o problema é reagir da forma mais correta, respondendo rápido, com objetividade e transparência”, rebate.

Mas os diferentes tipos de consumidores ou clientes pedem abordagens personalizadas de acordo com cada grupo. Instituições financeiras têm, obviamente, muito mais receios e amarras na hora de interagir com os clientes. Quem lida com a área de saúde também precisa tratar os usuários de forma diferente. “A MetLife tem ações muito fortes nos Estados Unidos. Aqui temos restrições por conta do mercado”, reconhece Fernanda Visnadi, analista de Planejamento Estratégico da seguradora no Brasil.

Monetarização

Independente da discussão sobre o comportamento do usuário, é fundamental para as empresas descobrir como podem ganhar com essa promissora plataforma. “Ainda não vi nada de convincente de métrica nas redes sociais sobre como ganhar dinheiro com isso”, diz a argentina Carolina Piber.

Essa busca por uma fórmula concreta ainda é um dos maiores objetivos para esse modelo de negócios, mas não impede a realização de ações nas novas mídias. Até porque há novas oportunidades para reverter reclamações em algo positivo. “Se você responde rápido e com transparência, ganha credibilidade”, afirma Pedro Kranz Costa.

Isso implica em uma mudança de comportamento interno também, acompanhando essas tendências. “O diretor de TI deve ser evangelizado, é preciso criar diálogos para responder à demanda e tem de ser de uma forma criativa”, diz Tagil Ramos, assessor de redes sociais da Kendi Sakamoto. “A hora é de criar”, finaliza ele.

 

Fonte: www.camara-e.net

Twitter lança duas novas abas

nov 11, 2011   //   por 12webmarketing   //   Web Marketing  //  No Comments

O Twitter começou a oferecer aos usuários duas novas abas, incorporadas logo acima da timeline do usuário.

Por meio delas, o cliente da rede de microblog poderá saber quais mensagens suas foram favoritadas e quais foram reenviadas por seus seguidores, além de acompanhar suas citações. Essa nova aba irá substituir a atual @menções, que passará a se chamar @nomedousuário.

A segunda nova aba é a Atividades (ou Activity, em inglês), que irá exibir as últimas mensagens favoritadas e retuítadas pelas pessoas que você segue e quem elas começaram a seguir.

As novidades haviam sido anunciadas inicialmente em agosto passado. O lançamento do recurso está sendo feito de forma gradual para os usuários.

 

Fonte: info.abril.com.br

WordPress é usado em mais de 50 milhões de sites

nov 11, 2011   //   por 12webmarketing   //   CMS  //  No Comments

De acordo com sua página de estatísticas, a plataforma de publicação WordPress já é usada por mais de 50 milhões sites, dos quais aproximadamente metade são hospedados no WordPress.com.

O relatório ainda traz outros números (relativos apenas aos sites hospedados em seus servidores). Ele mostra, por exemplo, que os sites WordPress estão em 120 línguas, mas a mais usada é o inglês, com 66% dos posts, seguido do espanhol, com 8,7% e do português, com 6,5%.

Além disso, também atesta que todo dia são produzidos, em média, 500 mil novos posts e cerca de 400 mil comentários e, todo mês, mais de 283 milhões de usuários acessam cerca de 2,5 bilhões de páginas.

 

 

Fonte: info.abril.com.br

A era do Social Commerce

nov 1, 2011   //   por 12webmarketing   //   Web Marketing  //  No Comments

Uma das maiores febres e tendências do mundo web nos últimos anos são as redes sociais. Inicialmente usadas para encontrar pessoas, entrar em contanto com amigos e estar conectado em uma grande rede de relacionamento, estes pontos de encontro virtuais deixaram de ser vistos apenas como “passa-tempo” e se tornaram mais uma oportunidade de se fazer negócios pela internet.

É inegável que as redes sociais vêm ocupando um espaço importante na vida das pessoas. Hoje, as informações compartilhadas na web são a maior arma para que os consumidores sintam-se cada vez mais confiantes em adquirir um produto ou optar por um serviço. Além disso, esses ambientes vêm se tornado não apenas um eficaz canal de acesso às lojas virtuais do comércio eletrônico tradicional, mas, principalmente, uma oportunidade de divulgar a marca para os e-consumidores e internautas que estão à iminência de realizar a primeira compra online.

Existem inúmeros cases que cruzam os hábitos de consumo dos usuários de internet com as redes sociais. Recentemente, a e-bit lançou o Winke (www.winke.com.br), uma rede social voltada para compras online. No site, o usuário conta o que comprou, tanto no mundo online, quanto em lojas físicas, interage com outros usuários, comenta sobre as compras de seus seguidores e dispõe de muitas informações relevantes para a decisão de compra. Além dessas funções, o usuário poderá comunicar para sua rede de amigos os produtos que deseja comprar ou ganhar de uma maneira simples e divertida.

Ainda ilustrando o exemplo do Winke, uma boa maneira de alavancar o compartilhamento de conteúdo colaborativo sobre produtos é divulgar todas as ações dos usuários também no Facebook. Com o Winke é possível fazer isso, o que torna todas as ações muito mais “sociais”.

O próprio Facebook, aliás, está dando as caras quando o assunto é comércio eletrônico. Já existem ferramentas próprias para criar verdadeiros e-commerces, com formas seguras de pagamento, mix de produtos e muito mais dentro da rede social mais famosa do mundo. A LikeStore e a eLike são dois exemplos de empresas que oferecem esse tipo de serviço. Mas será que vender produtos pelo Facebook faz sentido? Faz, sim. Dentro da rede social de Mark Zuckerberg fica mais fácil definir o público alvo. Essa mensuração pode ser feita através das pessoas que “curtem” a página da empresa, ou até mesmo pelo número de “likes” que uma determinada campanha possa receber, além do imenso poder de viralização que possuem as redes sociais.

De acordo com dados do eMarketer, levantados no primeiro trimestre de 2010, os usuários que passam mais tempo no Facebook gastam mais em compras na internet do que internautas que ficam menos tempo no site, com o tíquete médio chegando em até US$67. Outro dados de Agosto de 2010, também do eMarketer, mostram que mais de 90% dos e-consumidores lêem e utilizam a opinião de outros consumidores para tomada de decisão de compra. Nos Estados Unidos, aliás, o Social Commerce é ativo, principalmente na aquisição de ingressos de show, teatro, e, obviamente, compras coletivas. O último item aliás, tem um forte apelo social no Brasil. Já existem sites de compras coletivas, como o Clube do Desconto, que expõe suas ofertas no Facebook, com todo o processo de compra contemplado. Além disso, as Compras Coletivas tem uma característica: A medida que as pessoas vão compartilhando uma oferta nas redes sociais, mais interessados tendem a aparecer. Por isso as empresas desse setor investem tanto nas mídias sociais. Tudo que é preciso é uma boa campanha, a viralização do conteúdo faz o resto do trabalho.

Recentemente, a TicketMaster lançou, em parceria com o Facebook, um aplicativo muito interessante para Shows. Dando mais uma demonstração de como as redes sociais tem o poder de unir as pessoas e consumidores em busca de um interesse comum, o aplicativo marca o mapa de cadeiras com o nome dos seus amigos que irão ao evento, e ainda divulga nas redes sociais. Em Agosto, o aplicativo já tinha mais de9 mil eventos registrados no banco de dados da empresa. Ou seja, hoje em dia só fica sozinho em show quem quer.

É impossível comentar sobre o Social Commerce sem abordar os Mobiles. Com um verdadeiro universo de aplicativos voltados para o consumo online, os SmartPhones e Tables possuem um papel fundamental no crescimento do comércio via redes sociais. Não seria absurdo dizer que, num futuro muito próximo, os consumidores estarão conectados no ponto de venda podendo consultar amigos, informações, receber ofertas e revisar produtos. Hoje, por exemplo, já é possível fazer comparações de preços por esses aparelhos, acessar contas bancárias para pagamento de faturas e lojas virtuais.

É fato: Uma nova onda vem atingindo a economia digital. As redes sociais já são uma realidade e sua evolução voltada para o comércio, de certa forma, percorre o caminho natural do desenvolvimento. Para as empresas que pensam (e devem pensar) em investir no Social Commerce, esse canal poderá ajudar a: promover a marca, espalhar promoções, cupons e outros conteúdos, criar relações de longo termo com clientes, além de aumentar a visibilidade em buscadores.

Como todo trabalho, o Social Commerce também apresenta desafios. Para que a empresa realmente obtenha sucesso nesse ramo, algumas questões chaves devem ser respondidas: Onde sua audiência está? O que está sendo dito sobre sua empresa? Quem está falando sobre seus assuntos? Como eles estão falando? Qual é o formato preferido de conteúdo? Que outras empresas estão participando das discussões? Ter as respostas para essas perguntas é essencial.

As cartas estão na mesa e os recursos estão sendo apresentados. Use sua criatividade e faça dos seus negócios algo social. Com certeza seus consumidores irão “curtir” isso.

 

Fonte: www.camara-e.net

Seis horas por dia nas redes sociais

out 31, 2011   //   por 12webmarketing   //   Web Marketing  //  No Comments

Pesquisa da E.life mostra que 42,5% dos entrevistados dedicam 41 horas ou mais à internet por semana. Ou seja, quase 6 horas por dia.
Brasil Econômico

Acredito que um dos muitos “segredos” do sucesso das redes sociais consiste exatamente nesse controle de um universo enorme de ações do usuário e essa multipersonalização do conteúdo. Ou seja, o conteúdo é personalizado para mim de n formas diferentes de acordo com outros n fluxos de navegação e interesse. E eu tenho a liberdade de recustomizá-lo, se quiser.

A partir do momento em que eu crio um ambiente onde tudo pode ser feito ali dentro, eu consigo “medir” vários comportamentos diferentes sob uma mesma plataforma. Ou seja, várias combinações de “origens e destinos” daquele usuário.

É nessa realidade proposta pelas redes sociais que o usuário começa a se sentir confortável, pois o projeto começa a entregar a ele, de formas diferentes, em momentos diferentes, recursos que ele jamais conseguiria em apenas um site.

Não acredito que as redes sociais em si, ou apenas elas, sejam o futuro do marketing online, mas sim a visão de seu ambiente múltiplo, que precisa ser trazido para “todos” os projetos web, é que importa.

Aí sim conseguiremos dar um salto nos resultados do projeto web e, por consequência, trazer o tão almejado sucesso para um novo plano de marketing.

 

Fonte: webinsider.uol.com.br

Idosos correspondem a 25% dos negócios pela internet

out 26, 2011   //   por 12webmarketing   //   Loja Virtual  //  No Comments

Atraídos pelas facilidades e pelos descontos, aposentados se beneficiam com compras online

O comércio pela internet tem aumentado no Brasil. Seja pela praticidade, necessidade ou comodismo das compras online, o brasileiro se rende às facilidades do produto em casa a um clique cada vez mais – só neste ano , o crescimento do setor foi de 30%, segundo a e-bit, empresa que concentra informações sobbre o e-commerce.

E não são apenas os jovens, que não desgrudam de seus computadores, os grandes compradores. Os idosos já correspondem a 25% dos negócios do comércio eletrônico.

Odenilce Pereira, 62 anos e aposentado, diz que todos os utensílios domésticos de casa, do jogo de panelas aos móveis dos quartos foram comprados pela internet.

A economista Liliane, de 64 anos, quase não sai de casa, mas o mundo vem até ela em apenas alguns cliques. Ela diz que suas compras incluem material para artesanato e os livros preferidos que possui em casa.

– Nas minhas condições de saúde, não só vale a pena como passa a ser necessário [fazer compras pela internet].

Segundo o professor de marketing digital, Alexandre Marquesi, “ os compradores acima dos 60 anos são pessoas podem viabilizar coisas que antigamente não podiam, como viagens e compras de produtos com benefícios reais de desconto”.

À frente de um dos maiores sites de compras coletivas do país, Isaac Ezra diz que 7% dos seus clientes são pessoas com mais de 55 anos, ou, 350 mil usuários.

Fonte: R7 Notícias

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